Clube
Juventude
Copa do Brasil · 2026 · 7 jogos disputados, sendo 4 em casa e 3 fora.
Dentro e fora de casa
O que muda quando o Juventude joga fora
O mando pesa, e pesa para todo mundo: na base inteira, o visitante leva 11% mais amarelo e 19% mais vermelho cometendo praticamente o mesmo número de faltas, enquanto o mandante marca 37% mais pênaltis. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, cai 11% — na liga, sobe 5%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, sobe 33% — na liga, sobe 18%.
Na liga inteira, o visitante leva cerca de 11% mais amarelo cometendo praticamente as mesmas faltas.
Cobertura menor que a dos amarelos — o provedor registra vermelho em uma fração das partidas, e a média é sobre essa fração.
O maior desnível de mando da base: o mandante marca cerca de 37% mais pênaltis que o visitante.
Quem apitou
Os árbitros do Juventude, contra o que o próprio clube previa
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Juventude multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Onde caiu |
|---|---|---|---|---|---|
| André Luis Skettino Policarpo Bento | 1 | 0 | 2,0 | — | amostra curta |
| Daiane Caroline Muniz dos Santos | 1 | 2 | 2,0 | — | amostra curta |
| Fabiano Monteiro dos Santos | 1 | 2 | 2,0 | — | amostra curta |
| Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Fillho | 1 | 2 | 2,0 | — | amostra curta |
| Flavio Rodrigues De Souza | 1 | 2 | 2,0 | — | amostra curta |
| Lucas Paulo Torezin | 1 | 3 | 2,0 | — | amostra curta |
| Rodrigo José Pereira de Lima | 1 | 3 | 2,0 | — | amostra curta |
A faixa é larga porque contar cartões em cinco ou seis jogos é ruidoso: com 13 esperados, ela vai de 6 a 20. Sair dela também não prova nada — medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio. Na base inteira, pouco menos de 6% delas cai fora, contra os cerca de 4,5% que o puro acaso já produziria: a diferença entre os dois é menor que a margem de erro da própria contagem.
Cartão do clube conta amarelo mais vermelho da equipe, do provedor de estatística da partida — não da súmula, que às vezes registra cartão de comissão técnica que a estatística não traz. Cada métrica tem a própria cobertura: pênalti e vermelho existem em bem menos partidas que falta e amarelo, e as médias saem sobre os jogos em que a medição existe, nunca sobre o total.