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Brasileirão Série A · 2025
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Clube

Fortaleza

Brasileirão Série A · 2025 · 38 jogos disputados, sendo 19 em casa e 19 fora.

Dentro e fora de casa

O que muda quando o Fortaleza joga fora

O mando pesa, e pesa para todo mundo: na base inteira, o visitante leva 11% mais amarelo e 19% mais vermelho cometendo praticamente o mesmo número de faltas, enquanto o mandante marca 37% mais pênaltis. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.

Faltas cometidas
Em casa
13,5
liga 13,9
Fora
14,2
liga 13,7

Fora de casa, sobe 5% — na liga, cai 1%.

O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.

Jogos medidos
38
Casa / fora
19 / 19
Cartões amarelos
Em casa
3,16
liga 2,42
Fora
2,68
liga 2,63

Fora de casa, cai 15% — na liga, sobe 9%.

Na liga inteira, o visitante leva cerca de 11% mais amarelo cometendo praticamente as mesmas faltas.

Jogos medidos
38
Casa / fora
19 / 19
Cartões vermelhos
Em casa
0,83
liga 0,43
Fora
0,67
liga 0,78

Fora de casa, cai 20% — na liga, sobe 82%.

Cobertura menor que a dos amarelos — o provedor registra vermelho em uma fração das partidas, e a média é sobre essa fração.

Jogos medidos
9
Casa / fora
6 / 3
Pênaltis a favor
Em casa
1,33
liga 0,72
Fora
0,29
liga 0,39

Fora de casa, cai 79% — na liga, cai 46%.

O maior desnível de mando da base: o mandante marca cerca de 37% mais pênaltis que o visitante.

Jogos medidos
10
Casa / fora
3 / 7

Quem apitou

Os árbitros do Fortaleza, contra o que o próprio clube previa

A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Fortaleza multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.

ÁrbitroJogosAmarelosEsperadoFaixaOnde caiu
Anderson Daronco4811,76–19
Davi de Oliveira Lacerda338,8—amostra curta
Paulo Cesar Zanovelli da Silva3108,8—amostra curta
Savio Pereira Sampaio398,8—amostra curta
Wilton Pereira Sampaio3138,8—amostra curta
Alex Gomes Stefano275,8—amostra curta
João Vitor Gobi265,8—amostra curta
Lucas Paulo Torezin265,8—amostra curta
Rafael Rodrigo Klein295,8—amostra curta
Raphael Claus235,8—amostra curta
Rodrigo José Pereira de Lima265,8—amostra curta
Wagner do Nascimento Magalhaes265,8—amostra curta
Bruno Arleu de Araujo112,9—amostra curta
Bruno Pereira Vasconcelos142,9—amostra curta
Edina Alves Batista132,9—amostra curta
Felipe Fernandes de Lima122,9—amostra curta
Flavio Rodrigues De Souza162,9—amostra curta
Gustavo Ervino Bauermann112,9—amostra curta
Jefferson Ferreira de Moraes142,9—amostra curta
Matheus Delgado Candançan142,9—amostra curta

Dos 1 árbitros com amostra suficiente para medir, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,0. A faixa é larga porque contar cartões em cinco ou seis jogos é ruidoso: com 13 esperados, ela vai de 6 a 20. Sair dela também não prova nada — medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio. Na base inteira, pouco menos de 6% delas cai fora, contra os cerca de 4,5% que o puro acaso já produziria: a diferença entre os dois é menor que a margem de erro da própria contagem.

Fonte: banco de dados (Sportmonks)•Dados até 07/12/2025•Amostra: 38 jogos

Cartão do clube conta amarelo mais vermelho da equipe, do provedor de estatística da partida — não da súmula, que às vezes registra cartão de comissão técnica que a estatística não traz. Cada métrica tem a própria cobertura: pênalti e vermelho existem em bem menos partidas que falta e amarelo, e as médias saem sobre os jogos em que a medição existe, nunca sobre o total.