Clube
Brasileirão Série A · 2025 · 38 jogos disputados, sendo 19 em casa e 19 fora.
Dentro e fora de casa
O mando pesa, e pesa para todo mundo: na base inteira, o visitante leva 11% mais amarelo e 19% mais vermelho cometendo praticamente o mesmo número de faltas, enquanto o mandante marca 37% mais pênaltis. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, cai 9% — na liga, cai 1%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, sobe 5% — na liga, sobe 9%.
Na liga inteira, o visitante leva cerca de 11% mais amarelo cometendo praticamente as mesmas faltas.
Fora de casa, sobe 243% — na liga, sobe 82%.
Cobertura menor que a dos amarelos — o provedor registra vermelho em uma fração das partidas, e a média é sobre essa fração.
Fora de casa, cai 63% — na liga, cai 46%.
O maior desnível de mando da base: o mandante marca cerca de 37% mais pênaltis que o visitante.
Quem apitou
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Internacional multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Onde caiu |
|---|---|---|---|---|---|
| Flavio Rodrigues De Souza | 6 | 11 | 13,6 | 8–21 | |
| Davi de Oliveira Lacerda | 5 | 9 | 11,3 | 6–18 | |
| Lucas Paulo Torezin | 5 | 12 | 11,3 | 6–18 | |
| Felipe Fernandes de Lima | 3 | 6 | 6,8 | — | amostra curta |
| Matheus Delgado Candançan | 3 | 8 | 6,8 | — | amostra curta |
| Rodrigo José Pereira de Lima | 3 | 5 | 6,8 | — | amostra curta |
| Alex Gomes Stefano | 2 | 9 | 4,5 | — | amostra curta |
| Bruno Arleu de Araujo | 2 | 4 | 4,5 | — | amostra curta |
| Marcelo de Lima Henrique | 2 | 6 | 4,5 | — | amostra curta |
| Rodrigo Pereira | 2 | 5 | 4,5 | — | amostra curta |
| Braulio da Silva Machado | 1 | 3 | 2,3 | — | amostra curta |
| João Vitor Gobi | 1 | 1 | 2,3 | — | amostra curta |
| Paulo Cesar Zanovelli da Silva | 1 | 3 | 2,3 | — | amostra curta |
| Raphael Claus | 1 | 2 | 2,3 | — | amostra curta |
| Wagner do Nascimento Magalhaes | 1 | 2 | 2,3 | — | amostra curta |
Dos 3 árbitros com amostra suficiente para medir, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,1. A faixa é larga porque contar cartões em cinco ou seis jogos é ruidoso: com 13 esperados, ela vai de 6 a 20. Sair dela também não prova nada — medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio. Na base inteira, pouco menos de 6% delas cai fora, contra os cerca de 4,5% que o puro acaso já produziria: a diferença entre os dois é menor que a margem de erro da própria contagem.
Cartão do clube conta amarelo mais vermelho da equipe, do provedor de estatística da partida — não da súmula, que às vezes registra cartão de comissão técnica que a estatística não traz. Cada métrica tem a própria cobertura: pênalti e vermelho existem em bem menos partidas que falta e amarelo, e as médias saem sobre os jogos em que a medição existe, nunca sobre o total.