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Brasileirão Série B · 2026
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Atlético GO

Brasileirão Série B · 2026 · 26 jogos disputados, sendo 13 em casa e 13 fora.

Dentro e fora de casa

O que muda quando o Atlético GO joga fora

O mando pesa, e pesa para todo mundo: na base inteira, o visitante leva 11% mais amarelo e 19% mais vermelho cometendo praticamente o mesmo número de faltas, enquanto o mandante marca 37% mais pênaltis. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.

Faltas cometidas
Em casa
15,2
liga 14,7
Fora
14,0
liga 13,9

Fora de casa, cai 8% — na liga, cai 6%.

O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.

Jogos medidos
26
Casa / fora
13 / 13
Cartões amarelos
Em casa
2,23
liga 2,29
Fora
2,15
liga 2,50

Fora de casa, cai 3% — na liga, sobe 9%.

Na liga inteira, o visitante leva cerca de 11% mais amarelo cometendo praticamente as mesmas faltas.

Jogos medidos
26
Casa / fora
13 / 13
Cartões vermelhos
Em casa
0,67
liga 0,54
Fora
1,00
liga 0,68

Fora de casa, sobe 50% — na liga, sobe 26%.

Cobertura menor que a dos amarelos — o provedor registra vermelho em uma fração das partidas, e a média é sobre essa fração.

Jogos medidos
4
Casa / fora
3 / 1
Pênaltis a favor
Em casa
0,83
liga 0,67
Fora
0,67
liga 0,46

Fora de casa, cai 20% — na liga, cai 31%.

O maior desnível de mando da base: o mandante marca cerca de 37% mais pênaltis que o visitante.

Jogos medidos
9
Casa / fora
6 / 3

Quem apitou

Os árbitros do Atlético GO, contra o que o próprio clube previa

A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Atlético GO multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.

ÁrbitroJogosAmarelosEsperadoFaixaOnde caiu
Lucas Canetto Bellote458,84–15
Afro Rocha de Carvalho Filho386,6—amostra curta
João Vitor Gobi244,4—amostra curta
Ramon Abatti Abel264,4—amostra curta
Wagner do Nascimento Magalhaes234,4—amostra curta
Arthur Gomes Rabelo132,2—amostra curta
Braulio da Silva Machado112,2—amostra curta
Bruno Arleu de Araujo142,2—amostra curta
Edina Alves Batista132,2—amostra curta
Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Fillho122,2—amostra curta
Jose Mendonca da Silva Junior132,2—amostra curta
Leo Simão142,2—amostra curta
Lucas Guimarães Rechatiko Horn112,2—amostra curta
Matheus Delgado Candançan142,2—amostra curta
Paulo Cesar Zanovelli da Silva102,2—amostra curta
Paulo Schleich Vollkopf132,2—amostra curta
Rafael Rodrigo Klein122,2—amostra curta
Yuri Elino Ferreira da Cruz112,2—amostra curta

Dos 1 árbitros com amostra suficiente para medir, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,0. A faixa é larga porque contar cartões em cinco ou seis jogos é ruidoso: com 13 esperados, ela vai de 6 a 20. Sair dela também não prova nada — medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio. Na base inteira, pouco menos de 6% delas cai fora, contra os cerca de 4,5% que o puro acaso já produziria: a diferença entre os dois é menor que a margem de erro da própria contagem.

Fonte: banco de dados (Sportmonks)•Dados até 06/09/2026•Amostra: 26 jogos

Cartão do clube conta amarelo mais vermelho da equipe, do provedor de estatística da partida — não da súmula, que às vezes registra cartão de comissão técnica que a estatística não traz. Cada métrica tem a própria cobertura: pênalti e vermelho existem em bem menos partidas que falta e amarelo, e as médias saem sobre os jogos em que a medição existe, nunca sobre o total.