Clube
Brasileirão Série B · 2026 · 26 jogos disputados, sendo 13 em casa e 13 fora.
Dentro e fora de casa
O mando pesa, e pesa para todo mundo: na base inteira, o visitante leva 11% mais amarelo e 19% mais vermelho cometendo praticamente o mesmo número de faltas, enquanto o mandante marca 37% mais pênaltis. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.
Fora de casa, cai 7% — na liga, cai 6%.
O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.
Fora de casa, sobe 54% — na liga, sobe 9%.
Na liga inteira, o visitante leva cerca de 11% mais amarelo cometendo praticamente as mesmas faltas.
Fora de casa, sobe 100% — na liga, sobe 26%.
Cobertura menor que a dos amarelos — o provedor registra vermelho em uma fração das partidas, e a média é sobre essa fração.
Fora de casa, sobe 0% — na liga, cai 31%.
O maior desnível de mando da base: o mandante marca cerca de 37% mais pênaltis que o visitante.
Quem apitou
A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Operário PR multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.
| Árbitro | Jogos | Amarelos | Esperado | Faixa | Onde caiu |
|---|---|---|---|---|---|
| Bruno Pereira Vasconcelos | 3 | 5 | 7,6 | — | amostra curta |
| Jefferson Ferreira de Moraes | 3 | 5 | 7,6 | — | amostra curta |
| Leo Simão | 2 | 7 | 5,1 | — | amostra curta |
| Yuri Elino Ferreira da Cruz | 2 | 5 | 5,1 | — | amostra curta |
| Afro Rocha de Carvalho Filho | 1 | 1 | 2,5 | — | amostra curta |
| Alex Gomes Stefano | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
| Anderson Daronco | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
| Arthur Gomes Rabelo | 1 | 4 | 2,5 | — | amostra curta |
| Bruno Arleu de Araujo | 1 | 7 | 2,5 | — | amostra curta |
| Daiane Caroline Muniz dos Santos | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
| Denis Ribeiro Serafim | 1 | 6 | 2,5 | — | amostra curta |
| Gustavo Ervino Bauermann | 1 | 4 | 2,5 | — | amostra curta |
| Jodis Nascimento de Souza | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
| Jonathan Benkenstein Pinheiro | 1 | 1 | 2,5 | — | amostra curta |
| João Vitor Gobi | 1 | 3 | 2,5 | — | amostra curta |
| Lucas Canetto Bellote | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
| Lucas Guimarães Rechatiko Horn | 1 | 3 | 2,5 | — | amostra curta |
| Luiz Augusto Silveira Tisne | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
| Pierry Dias dos Santos | 1 | 1 | 2,5 | — | amostra curta |
| Thaillan Azevedo Gomes | 1 | 2 | 2,5 | — | amostra curta |
A faixa é larga porque contar cartões em cinco ou seis jogos é ruidoso: com 13 esperados, ela vai de 6 a 20. Sair dela também não prova nada — medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio. Na base inteira, pouco menos de 6% delas cai fora, contra os cerca de 4,5% que o puro acaso já produziria: a diferença entre os dois é menor que a margem de erro da própria contagem.
Cartão do clube conta amarelo mais vermelho da equipe, do provedor de estatística da partida — não da súmula, que às vezes registra cartão de comissão técnica que a estatística não traz. Cada métrica tem a própria cobertura: pênalti e vermelho existem em bem menos partidas que falta e amarelo, e as médias saem sobre os jogos em que a medição existe, nunca sobre o total.