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Brasileirão Série A · 2024
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Clube

Vasco da Gama

Brasileirão Série A · 2024 · 38 jogos disputados, sendo 19 em casa e 19 fora.

Dentro e fora de casa

O que muda quando o Vasco da Gama joga fora

O mando pesa, e pesa para todo mundo: na base inteira, o visitante leva 11% mais amarelo e 19% mais vermelho cometendo praticamente o mesmo número de faltas, enquanto o mandante marca 37% mais pênaltis. Por isso cada número abaixo vem com o mesmo número da liga ao lado — o que diz algo sobre o clube é a diferença entre os dois, não o valor sozinho.

Faltas cometidas
Em casa
13,7
liga 12,6
Fora
10,8
liga 12,2

Fora de casa, cai 21% — na liga, cai 3%.

O controle do resto da tabela: é contra as faltas que o número de cartões passa a significar alguma coisa.

Jogos medidos
38
Casa / fora
19 / 19
Cartões amarelos
Em casa
2,58
liga 2,42
Fora
2,21
liga 2,67

Fora de casa, cai 14% — na liga, sobe 10%.

Na liga inteira, o visitante leva cerca de 11% mais amarelo cometendo praticamente as mesmas faltas.

Jogos medidos
38
Casa / fora
19 / 19
Cartões vermelhos
Em casa
0,40
liga 0,60
Fora
1,00
liga 0,58

Fora de casa, sobe 150% — na liga, cai 4%.

Cobertura menor que a dos amarelos — o provedor registra vermelho em uma fração das partidas, e a média é sobre essa fração.

Jogos medidos
10
Casa / fora
5 / 5
Pênaltis a favor
Em casa
1,00
liga 0,74
Fora
1,00
liga 0,40

Fora de casa, sobe 0% — na liga, cai 46%.

O maior desnível de mando da base: o mandante marca cerca de 37% mais pênaltis que o visitante.

Jogos medidos
2
Casa / fora
1 / 1

Quem apitou

Os árbitros do Vasco da Gama, contra o que o próprio clube previa

A coluna “esperado” é a média de cartões do próprio Vasco da Gama multiplicada pelos jogos daquele árbitro — descontado o time, sobra o que se poderia atribuir a quem apitou. A faixa ao lado é o intervalo em que uma contagem desse tamanho cai por puro acaso.

ÁrbitroJogosAmarelosEsperadoFaixaOnde caiu
Paulo Cesar Zanovelli da Silva499,65–16
Raphael Claus4109,65–16
Caio Max Augusto Vieira357,2—amostra curta
Davi de Oliveira Lacerda387,2—amostra curta
Matheus Delgado Candançan3107,2—amostra curta
Rafael Rodrigo Klein367,2—amostra curta
Anderson Daronco234,8—amostra curta
Gustavo Ervino Bauermann264,8—amostra curta
Lucas Paulo Torezin234,8—amostra curta
Ramon Abatti Abel254,8—amostra curta
Wilton Pereira Sampaio274,8—amostra curta
Braulio da Silva Machado122,4—amostra curta
Bruno Arleu de Araujo132,4—amostra curta
Flavio Rodrigues De Souza142,4—amostra curta
Jonathan Benkenstein Pinheiro112,4—amostra curta
João Vitor Gobi152,4—amostra curta
Luiz Flavio De Oliveira122,4—amostra curta
Rodrigo Pereira112,4—amostra curta
Thaillan Azevedo Gomes112,4—amostra curta

Dos 2 árbitros com amostra suficiente para medir, nenhum saiu da faixa — o acaso sozinho previa 0,1. A faixa é larga porque contar cartões em cinco ou seis jogos é ruidoso: com 13 esperados, ela vai de 6 a 20. Sair dela também não prova nada — medindo centenas de duplas, algumas caem fora por sorteio. Na base inteira, pouco menos de 6% delas cai fora, contra os cerca de 4,5% que o puro acaso já produziria: a diferença entre os dois é menor que a margem de erro da própria contagem.

Fonte: banco de dados (Sportmonks)•Dados até 08/12/2024•Amostra: 38 jogos

Cartão do clube conta amarelo mais vermelho da equipe, do provedor de estatística da partida — não da súmula, que às vezes registra cartão de comissão técnica que a estatística não traz. Cada métrica tem a própria cobertura: pênalti e vermelho existem em bem menos partidas que falta e amarelo, e as médias saem sobre os jogos em que a medição existe, nunca sobre o total.